Capitã da PM morta em BH: marido preso alega sexo consensual
O sargento da Polícia Militar de Minas Gerais que levou a esposa morta a um hospital de Belo Horizonte está preso. A capitã Michelle Leão Azevedo tinha marcas de chicotada pelo corpo quando deu entrada na unidade de saúde.
O marido alega que as lesões foram causadas durante relação sexual consensual. A defesa sustenta que o casal praticava sexo com uso de acessórios.
O que aconteceu
Michelle foi levada sem vida pelo marido ao hospital. A oficial tinha 33 anos e servia na PMMG.
Médicos identificaram marcas compatíveis com chicotadas em diferentes partes do corpo. O laudo pericial está em análise.
O sargento prestou depoimento à Polícia Civil. Ele confirmou o uso de instrumentos durante a relação sexual.
Investigação em andamento
A polícia investiga as circunstâncias da morte. Peritos colheram evidências na residência do casal.
O inquérito apura se houve crime ou se a morte decorreu de acidente. A Justiça decretou a prisão preventiva do sargento.
A Polícia Militar não se manifestou oficialmente sobre o caso. A corporação aguarda conclusão das investigações.
A família da capitã contratou advogados para acompanhar o caso. Parentes contestam a versão apresentada pelo marido.
Próximos passos
O laudo de necropsia deve ser concluído nos próximos dias. O documento será fundamental para determinar a causa da morte.
A defesa do sargento pode solicitar liberdade provisória. A audiência de custódia já foi realizada.
O caso tramita sob sigilo na Justiça de Minas Gerais. A Polícia Civil não divulga detalhes para não atrapalhar as investigações.