Sargento preso por morte de capitã trabalhou na segurança de Zema
O sargento da Polícia Militar preso como suspeito de matar a capitã Cláudia Cristina Ferreira Ferraz trabalhou na segurança da residência oficial do governador de Minas Gerais, Romeu Zema.
A informação foi confirmada pelo presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra-MG), sargento Rodrigo Brunelli.
O sargento está detido desde a última semana. A capitã foi encontrada morta dentro do próprio carro, na região de Ibirité, na Grande Belo Horizonte.
Caso é investigado como feminicídio
A Polícia Civil investiga o crime como feminicídio. O suspeito e a vítima teriam tido um relacionamento amoroso no passado.
Segundo a investigação, a capitã foi morta com disparos de arma de fogo. O corpo foi localizado no dia 8 de maio.
O sargento foi preso preventivamente. Ele permanece à disposição da Justiça enquanto a investigação avança.
Repercussão do caso
A morte da capitã causou comoção entre colegas da Polícia Militar de Minas Gerais. Ela tinha 15 anos de corporação.
O governo estadual não se manifestou oficialmente sobre o fato de o suspeito ter atuado na segurança do governador.
A Aspra-MG acompanha o caso e presta assistência à família da vítima.
A investigação está sob sigilo. A Polícia Civil aguarda laudos periciais para concluir o inquérito.
O sargento será ouvido novamente nos próximos dias. A defesa dele não se manifestou publicamente até o momento.