Sargento jogou 18 pílulas de ecstasy no lixo após matar capitã
O sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, da Polícia Militar de Minas Gerais, jogou 18 pílulas de ecstasy no lixo de um hospital. A ação aconteceu logo após a morte da capitã Michelle Leão Azevedo, sua esposa, em Belo Horizonte.
O militar foi preso em flagrante. A acusação é de feminicídio.
Como as drogas foram encontradas
Funcionários do hospital desconfiaram do comportamento de Eduardo. Ele foi visto próximo às lixeiras após dar entrada com a vítima.
A equipe revirou o lixo. Encontrou as 18 pílulas.
A polícia foi acionada imediatamente. As drogas foram apreendidas e periciadas.
O crime
Michelle chegou ao hospital já sem vida. Apresentava sinais de violência.
Eduardo alegou que a capitã havia passado mal em casa. A versão não convenceu os investigadores.
Testemunhas relataram histórico de violência no relacionamento. Vizinhos confirmaram discussões frequentes.
A perícia constatou lesões incompatíveis com mal súbito. Os ferimentos indicavam agressão.
Prisão e investigação
O sargento permanece preso. A Polícia Civil investiga se as drogas têm relação direta com a morte.
Não há confirmação se Michelle consumiu ecstasy antes de morrer. Exames toxicológicos estão em andamento.
A tentativa de ocultar as pílulas agravou a situação do suspeito. Para a polícia, demonstra consciência de culpa.
A defesa de Eduardo não se manifestou até o momento.
Repercussão
O caso chocou a corporação da PM mineira. Michelle era capitã respeitada.
Colegas prestaram homenagens nas redes sociais. Destacaram o profissionalismo da oficial.
A Polícia Militar abriu procedimento administrativo paralelo. Eduardo pode ser expulso da corporação.
O inquérito deve ser concluído em 30 dias.