Fabrício Bruno detona gramado sintético após empate na Copa
O zagueiro Fabrício Bruno não poupou críticas ao gramado sintético da Arena Condá após o empate sem gols entre Chapecoense e Cruzeiro, na noite desta quinta-feira (1º), pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil 2026.
O defensor da Raposa foi direto ao classificar a situação como prejudicial à saúde dos atletas.
"Acho que é desumano a gente jogar nesse tipo de campo. Acaba que isso, a nível de saúde, é uma coisa não tão legal para nossa saúde esportiva e física"
Desgaste físico preocupa
Fabrício Bruno destacou que o problema se agrava pela intensidade do calendário do futebol brasileiro. O Cruzeiro enfrenta sequência de jogos pela Série A do Brasileirão e pela Copa do Brasil.
O zagueiro ressaltou que não apenas sua equipe sofre com o piso artificial. Qualquer time que jogue em alta intensidade sente o impacto do gramado sintético.
Cinco estádios com piso artificial na elite
A Arena Condá é um dos cinco estádios com gramado sintético entre os clubes da primeira divisão do Campeonato Brasileiro. A Chapecoense utiliza esse tipo de superfície há anos.
O empate em Santa Catarina deixa a decisão da vaga nas quartas de final em aberto. O jogo de volta acontece no Mineirão, em Belo Horizonte, onde o Cruzeiro joga em gramado natural.
A Raposa precisa vencer para avançar. Novo empate leva a decisão para os pênaltis. A partida de volta ainda não tem data definida pela CBF.
Próximos compromissos
Antes da volta contra a Chapecoense, o Cruzeiro enfrenta o Atlético-MG pelo Brasileirão. O clássico mineiro está marcado para o próximo fim de semana.
Fabrício Bruno deve ser titular na partida. O zagueiro é peça fundamental no sistema defensivo comandado pelo técnico da Raposa.