Exército libanês ocupa sul após retirada israelense
O exército libanês assumiu pela primeira vez o controle de uma zona-piloto no sul do Líbano após a retirada das tropas israelenses. O desdobramento marca uma mudança estratégica na região fronteiriça que permaneceu sob ocupação por anos.
A movimentação ocorre em meio a uma escalada de tensões no Oriente Médio. Guardas Revolucionários iranianos atacaram dois navios petroleiros que tentavam atravessar o Estreito de Hormuz, segundo relatos confirmados nesta segunda-feira.
Suspeita nuclear reacende alerta
Autoridades israelenses afirmam acreditar que o Irã transferiu centrífugas nucleares para a Montanha Pickaxe. A informação não foi confirmada de forma independente.
A instalação subterrânea seria uma tentativa de blindar o programa nuclear iraniano contra possíveis ataques aéreos. Israel tem histórico de operações contra instalações nucleares em países vizinhos.
Controle libanês é teste decisivo
A zona-piloto sob controle libanês funciona como experimento para eventual expansão do modelo. O governo em Beirute busca recuperar soberania sobre áreas historicamente disputadas.
A presença do exército libanês visa preencher o vácuo deixado pela retirada israelense. Analistas temem que milícias possam tentar ocupar o espaço caso as forças regulares falhem.
Estreito de Hormuz vira campo de batalha
Os ataques aos petroleiros intensificam a crise no Golfo Pérsico. Por ali passa um terço do petróleo transportado por via marítima no mundo.
Os Guardas Revolucionários não divulgaram as bandeiras dos navios atacados. Também não há informação sobre vítimas ou danos aos cascos.
A Casa Branca ainda não se pronunciou sobre os incidentes no estreito.