Batalha sangrenta reunificou Jerusalém em 1967

Batalha sangrenta reunificou Jerusalém em 1967
Foto: toi.li

Em junho de 1967, paraquedistas israelenses enfrentaram uma das batalhas mais sangrentas da Guerra dos Seis Dias no Monte da Munição, posição fortificada jordaniana que controlava o acesso a Jerusalém Oriental.

O combate reunificou a cidade dividida desde 1948.

Confronto brutal

Israel contra Jordânia. Paraquedistas contra trincheiras fortificadas com bunkers de concreto e campos minados.

A batalha começou na madrugada. Tropas israelenses avançaram sob fogo pesado de metralhadoras e granadas. O combate corpo a corpo durou horas.

Dezenas de soldados morreram dos dois lados. A posição jordaniana caiu após luta intensa.

Contexto estratégico

O Monte da Munição era chave para controlar Jerusalém. Quem dominasse o terreno elevado controlaria a cidade.

A Guerra dos Seis Dias transformou o mapa do Oriente Médio. Israel capturou Jerusalém Oriental, Cisjordânia, Gaza, Sinai e Golã.

Jerusalém permanece dividida politicamente até hoje. Israel considera a cidade sua capital unificada. Palestinos reivindicam Jerusalém Oriental como capital de futuro Estado.

Memória preservada

O local da batalha virou memorial nacional em Israel. Trincheiras e bunkers foram preservados.

Visitantes caminham pelo campo de batalha original. Placas marcam posições onde soldados caíram.

A batalha entrou para história militar israelense como símbolo de sacrifício e determinação.