Augusto Lima depõe dia 3 e deve usar direito ao silêncio na PF
O empresário Augusto Lima prestará depoimento à Polícia Federal no dia 3 de agosto. A defesa já sinalizou que ele deve permanecer em silêncio durante a oitiva.
O advogado do empresário justificou a estratégia. Alega não ter tido acesso completo aos autos do processo nem às provas reunidas pela investigação.
Defesa questiona acesso aos autos
A decisão de ficar em silêncio é amparada pelo direito constitucional de não produzir provas contra si mesmo. Sem conhecer o teor integral das acusações e evidências, a defesa considera arriscado prestar declarações.
O caso tramita sob sigilo. Detalhes sobre as acusações que pesam contra Augusto Lima não foram divulgados oficialmente.
Estratégia jurídica
Advogados criminalistas consideram o silêncio uma tática comum quando:
- O acesso aos autos está incompleto
- Há risco de contradições com depoimentos futuros
- A investigação ainda está em fase inicial
A Polícia Federal não comentou o caso. O depoimento está marcado para acontecer na sede da corporação em Brasília.
Augusto Lima poderá mudar de posição e decidir falar durante a oitiva. A decisão final caberá a ele no momento do depoimento, mesmo com a orientação prévia da defesa.
O empresário responde a investigações que apuram possíveis irregularidades. A PF segue reunindo elementos para concluir o inquérito.