Ancelotti custou R$ 300 mi e caiu nas oitavas; finalistas ganham metade

Ancelotti custou R$ 300 mi e caiu nas oitavas; finalistas ganham metade
Foto: Metrópoles

Carlo Ancelotti recebeu mais que o dobro da soma dos salários dos técnicos que chegaram à final da Copa do Mundo Feminina. O italiano levou R$ 300 milhões para comandar a Seleção Brasileira e caiu nas oitavas de final.

Os treinadores das equipes finalistas somam, juntos, cerca de R$ 140 milhões em salários anuais. A diferença chama atenção pelo resultado em campo: enquanto Ancelotti foi eliminado precocemente, os finalistas conduziram suas seleções até a decisão do torneio.

Valores milionários para resultado ruim

A Confederação Brasileira de Futebol pagou ao italiano um dos maiores salários do futebol mundial. O valor supera a remuneração de técnicos de clubes europeus e de outras seleções.

A eliminação precoce do Brasil aumentou a pressão sobre a CBF. Torcedores questionam o investimento alto em um treinador que não conseguiu levar a equipe além das oitavas.

Ancelotti chegou ao comando da Seleção com currículo vencedor. Multicampeão na Europa, ele tinha a missão de devolver o Brasil ao topo do futebol mundial.

Comparação com outros técnicos

Os números revelam a disparidade salarial no futebol. Enquanto o Brasil investiu pesado em nome consagrado, outras seleções apostaram em profissionais com salários mais modestos e obtiveram resultados superiores.

A diferença de investimento não se refletiu em desempenho. Os finalistas da Copa do Mundo Feminina provaram que táticas eficientes valem mais que contratos milionários.

A CBF ainda não se pronunciou sobre o futuro de Ancelotti no comando da Seleção. O contrato do italiano segue vigente, mas a pressão por resultados aumenta a cada dia.

O caso levanta debate sobre prioridades no futebol brasileiro. Investir em estrutura ou em grandes nomes? A resposta pode estar no resultado em campo.